Social commerce WeChat: brasileiro vende sem virar spam
Social commerce no WeChat: vender é conversa, não panfleto Para muito brasileiro que chega à China — estudante, profissional, dono de pequeno negócio, gente fazendo uma renda extra com comida, beleza, fotografia, aulas de português ou importação permitida — o WeChat parece simples no primeiro dia: adicionar contatos, entrar em grupos, mandar mensagem. Aí vem a vida real. Você precisa divulgar algo, responder cliente, confirmar pagamento, combinar entrega e ainda não parecer aquela pessoa que entra no grupo e solta dez cartazes como se estivesse gritando no metrô. ...
